A velocidade em que as informações estão chegando em nossas mãos é cada dia mais assombrosa!
Antes de continuar lendo, você sabe quanto é 1 exabyte?
Placa Pai te explica: 1 EB = 1 152 921 504 606 846 976 Bytes, ou seja: 1 024 PB / 1 048 576 TB / 1 073 741 824 GB / 1 099 511 627 776 MB / 1 125 899 906 842 624 kB / 1 152 921 504 606 846 976 (260) Bytes, ou simplesmente 1018
Acho que 1 exabyte dá pra guardas as músicas aqui de casa \o/...
Voltando ao assunto. Se 1 exabyte é tudo isso aqui em cima, imagina 107 EB de tráfego em dispositivos móveis!
No prazo de cinco anos, o volume global de tráfego de dados móveis será oito vezes maior que o esperado para este ano. O volume total de smartphones, tablets e outros dispositivos móveis irá ultrapassar 107 exabytes (107 bilhões de gigabytes) em 2017, diz uma nova previsão feita pela ABI Research.
O analista sênior da empresa, Aapo Markkanen, observa que, embora os números possam parecer grandes, eles não devem ser interpretados como mais um alerta para uma tsunami indomável de dados que operadoras móveis, muitas vezes, tentam retratar por razões regulamentares.
“Parece que 2015 será o último ano em que o volume de tráfego crescerá em mais de 50 por cento anualmente. E isso vai acontecer, apesar do fato de que a média mensal por assinante wireless, em todo o mundo, aumentará para quase 1,5 gigabytes até o final do nosso período de previsão”, afirma Markkanen.
Grande parte do consumo de dados global dependerá da quantidade de conteúdo de vídeo on-demand entregue por meio de redes móveis, assim as mudanças implementadas por provedores de conteúdo individuais podem ter efeitos em longo prazo.
O Netflix, por exemplo, recentemente adicionou ao seu app para iOS uma função simples pela qual usuários podem limitar suas visualizações para “apenas Wi-Fi” e, assim, evitar uma cobrança adicional.
Downloads de aplicativos e atualizações podem ser outras atividades facilmente encaminhadas para redes fixas.
Dispositivos Android de última geração, por exemplo, adquiriram a reputação de ser o pior tipo de consumidores de dados – em grande parte, porque o Google prestou pouca atenção à questão ao criar sua plataforma.
Mais recentemente, porém, ambos Android e Google Play têm tido melhorias que os tornaram muito mais fáceis para os usuários finais monitorar e controlar seu uso de dados.
Jake Saunders, vice-presidente do núcleo de previsões, conclui que “o consumo inadvertido de dados até agora tem sido uma fonte surpreendentemente grande de tráfego, mas nos próximos dois anos nós veremos mais e mais correções relativamente rápidas no sistema operacional e nos níveis de aplicação. Eles facilitarão substancialmente este fardo ‘desnecessário’ das redes.”


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